Era uma vez uma princesa e um sapo. O sapo, todos os dias via a princesa lá do seu lago, mas ela nunca olhou para ele como um amigo pois achava-o feio.
O sapo, por seu lado, achava a princesa muito bonita pois conhecia-a desde que nascera.
Certo dia, a princesa andava a brincar com uma bola, junto ao lago e deixou-a cair lá para dentro. Como a bola ficou mesmo no meio do lago, ela não conseguia tirá-la de lá. Apareceu então o sapo, que de imediato saltou para a água e devolveu a bola à princesa. Ela agradeceu logo e começou a olhar para o sapo de outra forma. Pediu-lhe logo para brincar com ela. O sapo tentou responder mas a princesa não entendeu o que ele lhe disse. Voltou a tentar, mas nada; a princesa não entendia e foi-se embora para longe do lago.
Apesar de tudo a princesa estava triste por ter tratado assim o sapo. Resolveu voltar para junto do lago, e o sapo, muito feliz, aproximou-se de novo da princesa. Ela gostou mas não estava habituada a partilhar os seus brinquedos. No entanto, como o sapo tinha sido prestável, ela partilhou o seu brinquedo com ele.
Brincaram os dois até ao anoitecer.
Quando a princesa se estava a despedir do sapo, ele ficou triste e a princesa resolveu levá-lo consigo para o palácio.
Quando já se ia deitar, reparou que este sapo não era igual aos outros sapos. Este tinha uma marca dourada na cabeça. Ao ver essa marca a princesa resolveu passar a mão por ela.
Subitamente o sapo transformou-se num belo príncipe encantado.
Apaixonaram-se, casaram, tiveram filhos e viveram felizes para sempre
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